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Programação última semana

 CRONOGRAMA CLARICE(A)NAS Dia 03 de dezembro, quarta, a partir das 14 horas: MONTAGEM Dia 04 de dezembro: dia de folga reservado para algum ajuste, se for necessário.  Dia 05 de dezembro, sexta, a partir das 11 horas: ENSAIO GERAL (a Lid só pode nesse horário) Dia 06 de dezembro, sábado: estreia, 19 horas.  Chegada da equipe:  16 horas Dia 07 de dezembro, domingo, 19 horas, segunda apresentação Dia 08 de dezembro, segunda, Horário a combinar: FILMAGEM.  Dia 09 de dezembro, terça: terceira apresentação, 19 horas. COM FILMAGEM

Novo roteiro

  ROTEIRO CLARICEANAS     1- ABERTURA Escuro. Entra a pianista e se senta. Arquivo de áudio narrador em off 1 . “No ao de 2020...” Vídeo 1 : Imagens da pandemia e da entrevista de Clarice Lispector.   2- Música 1 Luz no palco. Ao centro a pianista. Áudio da voz de Clarice 1 “ Entre duas notas de música, existe uma nota... ”.   Performance de Clarice(a)nas 1. Vídeo 2: Imagens e sons dessincronizados de coisas se partindo.  Acaba a música, e soltar áudio do narrador em off 2: “ As 6 peças que compõem a Suíte Clarice(a)nas foram compostas entre 27 de abril e 28 de maio de 2020...”   3- Música 2 Luz no palco. Ao centro a pianista. Áudio da voz de Clarice 2” É o seguinte: a dissonância me é harmoniosa...” Vídeo 3: Brincadeira com as imagens as mãos da pianista. Acaba a música e soltar áudio narrador em off 3 : “ A segunda peça da suíte foi primeira a ser escrita...”   4- Música 3 Luz no palco. Ao centro a pianista. Áudio d...

Semana dos finalmentes

 Essa semana foi ocupada Na segunda, dia 24, pela manhã, houve uma sessão entre compositor e pianista (Gisele Pires) no teatro, repassando cada música. A ideia foi explicitar imagens guias para as músicas. De tarde, tivemos encontro entre a atriz (Camila Guerra) e o diretor, sobre os textos que serão interpretados. Os textos são trechos de obras de Clarice Lispector. Cada texto introduz cada uma das seis músicas.  Na terça, os textos da atriz foram gravados no estúdio, no mesmo onde foram gravadas as falas que comentam cada música. Temos, pois, a diferença entre os áudios do "narrador"e os áudios de Clarice. Os áudios foram produzidos por Glauco Maciel. AInda na terça fomos para o teatro gravar as faixas de áudio das músicas 1 e 6, que vão ser disparadas em conjunto com a performance da pianista. Glauco foi além da gravação e montou todo o sistema de amplificação dessas faixas. Foi um dia bem trabalhoso.  Na quarta voltamos para o teatro para testar as primeiras projeções...

arquivos de som

 Uma solução para questões de espaço tornou-se um procedimento que efetiva a estética multissensorial da obra. No início, a questão era de se ter, além da pianista, a presença física de atores responsáveis pelos textos que seriam recitados durante o espetáculo. Com uma área menor de atuação no teatro escolhido como lugar das apresentações, outras possibilidades foram aventadas, como gravação e disparo de sons em off. Hoje fui para o estúdio gravar os sete arquivos que lançam para o público as ideias composicionais da perspectiva autoral da obra. Junto do trabalho de gravação, há a avaliação de possibilidades técnicas e expressivas dos sete arquivos sonoros gerados. Assim temos: 1- gravação do som vocal 2- Edição do som vocal com efeitos de espacialização e inserção de outros subarquivos sonoros. 3- Fechamento do arquivo e testes durante os ensaios. Durante a gravação do som vocal, evitei ler o texto projetando algum persona com um locutor. Procurei, além da articulação vocal, deter...

Notas sobre os vídeos

  Vídeos. roteiros   A Gisele está tocando as músicas em um andamento 30% mais lento que o áudio. Ouvindo as músicas pensei nisso   Música um   Som continuo, um alternar de dedos, coisas caindo, acordes-coisas que caem e quebram.   O alternar de dedos, o intervalo entre duas notas, é o motivo, a referência.       A música é um prelúdio, algo que anuncia o começo de todo o ciclo, o que o ciclo tem.   Então, o ritmo das imagens vem disso, de coisas que se mostram, se quebram, e retornam.     Música 2   Apresenta uma escala que sobe e desce devagar. Há pontos de pausas, dedos alternados, e blocos de notas, como socos. Mas a escala, a sucessão de notas isoladas, de cima para baixo e de baixo para cima, é a referência. No meio da música há uma pausa grande, um falso final. Daí retorna  a escala.   As escalas desaguam em blocos de notas.   Essa pausa forma um...

Link com mais quadros de Clarice

 https://site.claricelispector.ims.com.br/tag/pintura-rupestre/

Podcast com Gisele Pires

 Gravado no dia 12 de outubro, diálogo entre intérprete e compositor, avançando nas últimas reuniões.